A todos aqueles que estudam avaliação

Gostaria de agradecer a passagem por aqui e dizer a todos que sejam bem-vindos.
Aproveito para pedir que cada um possa compartilhar comigo as suas dúvidas, certezas e questionamentos sobre o tema, para que possamos, como diz o Professor Luckesi, estabelecer um grupo de estudos e análise sobre a avaliação, na tentativa de vencermos modelos há tempos superados.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Para vocês...


O que importa na vida não é o ponto de partida,
mas a caminhada.
Caminhando e semeando,
no fim terás o que colher.”

(Cora Coralina)

Valeu a pena?

Estamos chegando a reta final do semestre, até agora lá se vão três meses de convivência a pergunta inicial se desbobra em mais algumas:
1) O que fica sobre a avaliação da aprendizagem?
2) É possível desenvolver práticas avaliativas que contribuam na formação do aluno?
3) A disciplina se configurou como importante para a sua formação/
4) E a relação com a professora foi interessante ou poderia ser melhor?
Porque pergunto? porque preciso dessas respostas para prosseguir.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Mudando um pouco de assunto mas continuando na mesma...

Tenho falado nestes últimos meses sobre a complexidade e a polissêmia da avaliação como diz Dias Sobrinho(2000) campo dificil de definir e que não é de propriedade de nenhuma área ou disciplina especifica, sabemos ou estamos aprendendo(fica melhor) que avaliar por sua complexidade e importância não pode ser ignorada dentro do contexto educacional nem do contexto da sala de aula, no entanto ampliando esta discussão penso ser importante destacar a formação de professores e o papel da instrumentalização desses mesmos professores, estamos há anos denunciando as práticas ultrapassadas e o caráter medieval que a escola mantém, no entanto, esquecemos de tratar de questões importantes que seria como formar professores que diferentemente da perspectiva da racionalidade técnica( ou seja repetir modelos ou receitas prontas) tenha uma perspectiva de saberes relacionados a uma postura não de instrumentação puramente, mas de fundamentação? Não tem sido fácil compreendermos como o professor se forma, quais os saberes que constroi na formação inicial e de como realmente constituir uma formação continuada que realmente seja capaz de auxiliar na prática dos professores. Entendemos que a avaliação da educação proposta pelo MEC, tem procurado estas respostas, porém não tem cumprido este papel ainda e principalmente por manter uma concepção de avaliação meramente classificatória e punitiva, tem se mantido o exame, a constatação do diagnóstico e diferentemente do propósito que a avaliação deva assumir, encerra-se nesse momento.
Enfim esta discussão é ampla e aqui se inicia a tentativa de buscarmos entender e aprender mais sobre este tema, aguardo uma posição de vocês...

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Traduzindo:
E quem não tiver entendido que levante a mão.
Vamos Manolito,o que não entendeu?
Desde março até agora, nada!

Compex - de 09 a 13/11/2008 - esclarecimentos

Prezados alunos, em virtude da realização do COMPEX, não teremos aulas no período do referido evento.
Aproveitem para estudarem os textos sobre a avaliação formativa e somativa.
Boa semana e bom evento.
Abraços a todos e todas.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Os tipos de Avaliação da Aprendizagem

As discussões sobre avaliação da aprendizagem, tem revelado na maioria dos estudos os problemas relacionados com uma aplicação indevida dos tipos e modelos de avaliação, que utiliza o modelo dos exames (luckesi 20030 e resumem às funções de classificar e promover os alunos.
Se buscarmos os tipos de avaliação, inicialmente proposto por Scriven(1967) e reutilizados por Bloom(1983) encontramos alternativa para estas funções que há tempos vem sendo denunciadas e utilizadas pelo sistema educativo.
Nos três tipos de avaliação propostos por Bloom, a diagnóstica, a formativa e a somativa, encontramos três funções específicas para cada um, que poderiam se utilizados devidamente para conduzir o processo de ensino-aprendizagem e a utilização da avaliação da aprendizagem de maneira mais racional e útil.
Para a avaliação diagnóstica - a função é de diagnósticar o que se sabe e o que se precisa saber, importante ressaltar que antes de qualquer introdução a uma unidade de estudo, e não somente no início do ano letivo.
Para a avaliação formativa - a função é de controle - controle do processo de ensino e de aprendizagem, controle da evolução do aluno. E principalmente a função de informação aos sujeitos de como anda esse processo.
Para a avaliação somativa - teríamos na visão de Scriven a somatória do estudo, o resultado do que foi útil, dentro do currículo, o que podeira ser utilizado, ou descartado, ja para Bloom, seria o momento de classificação do aluno, já que vivenciamos um modelo de sistema educacional baseado em níveis e que promove o avanço ou a retenção do aluno mediante o alcance ou não dos objetivos propostos.
Por fim, compreender os tipos e as funções promovem a realização de uma prática avaliativa, mais significativa e útil.