As discussões sobre avaliação da aprendizagem, tem revelado na maioria dos estudos os problemas relacionados com uma aplicação indevida dos tipos e modelos de avaliação, que utiliza o modelo dos exames (luckesi 20030 e resumem às funções de classificar e promover os alunos.
Se buscarmos os tipos de avaliação, inicialmente proposto por Scriven(1967) e reutilizados por Bloom(1983) encontramos alternativa para estas funções que há tempos vem sendo denunciadas e utilizadas pelo sistema educativo.
Nos três tipos de avaliação propostos por Bloom, a diagnóstica, a formativa e a somativa, encontramos três funções específicas para cada um, que poderiam se utilizados devidamente para conduzir o processo de ensino-aprendizagem e a utilização da avaliação da aprendizagem de maneira mais racional e útil.
Para a avaliação diagnóstica - a função é de diagnósticar o que se sabe e o que se precisa saber, importante ressaltar que antes de qualquer introdução a uma unidade de estudo, e não somente no início do ano letivo.
Para a avaliação formativa - a função é de controle - controle do processo de ensino e de aprendizagem, controle da evolução do aluno. E principalmente a função de informação aos sujeitos de como anda esse processo.
Para a avaliação somativa - teríamos na visão de Scriven a somatória do estudo, o resultado do que foi útil, dentro do currículo, o que podeira ser utilizado, ou descartado, ja para Bloom, seria o momento de classificação do aluno, já que vivenciamos um modelo de sistema educacional baseado em níveis e que promove o avanço ou a retenção do aluno mediante o alcance ou não dos objetivos propostos.
Por fim, compreender os tipos e as funções promovem a realização de uma prática avaliativa, mais significativa e útil.